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Quinta-feira, 14 de Maio 2026
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Trump desembarca na China para encontro com Xi Jinping

Presidente americano viajou com comitiva que inclui o empresário Elon Musk

Trump desembarca na China para encontro com Xi Jinping
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aterrissou nesta quarta-feira (13) em Pequim às 19h52 (horário local, 8h52 de Brasília) para iniciar uma visita de Estado à China que se estenderá até sexta (15). A ida do republicano ao país asiático é a primeira desde a viagem realizada em 2017, durante seu primeiro mandato.

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Trump, que viaja acompanhado pelo secretário de Estado, Marco Rubio, e por uma delegação de executivos americanos como Elon Musk (Tesla), Jensen Huang (Nvidia) e Tim Cook (Apple), se reunirá nesta quinta (14) com seu homólogo chinês, Xi Jinping, em uma visita marcada pela trégua comercial entre as duas potências, as tensões tecnológicas, Taiwan e a guerra no Irã.

O líder norte-americano foi recebido na pista pelo vice-presidente chinês, Han Zheng, junto ao embaixador da China nos EUA, Xie Feng, e ao vice-ministro das Relações Exteriores, Ma Zhaoxu, em uma cerimônia de boas-vindas que contou com a participação de cerca de 300 jovens chineses, além de uma banda militar e uma guarda de honra.

Trump desceu do Air Force One às 20h08 (horário local, 9h08 de Brasília) e ergueu o punho para as câmeras enquanto a banda militar tocava, antes de se dirigir à comitiva oficial. Atrás do presidente desceram seu filho Eric Trump e sua nora Lara Trump, seguidos por Musk, Rubio e Huang, integrantes da delegação americana que acompanha o republicano na visita.

A rota do aeroporto até o centro de Pequim estava decorada com bandeiras de China e Estados Unidos, enquanto vários arranha-céus exibiam mensagens luminosas de boas-vindas à capital chinesa na passagem da comitiva presidencial, que chegou ao hotel de Trump por volta das 20h38 (horário local, 9h38 de Brasília).

Mais de 2 milhões de telespectadores acompanharam ao vivo nesta quarta pela CCTV — a principal rede de televisão estatal chinesa — a aterrissagem do Air Force One em Pequim. A chegada de Trump também dominou as redes sociais chinesas, onde temas relacionados à sua visita ocuparam cinco das dez principais tendências do Weibo, o equivalente chinês da plataforma X.

A hashtag “Trump chega a Pequim” acumulava ainda mais de 8,3 milhões de visualizações e cerca de 26 mil comentários na plataforma poucos minutos após a aterrissagem. Entre os comentários de maior destaque no Weibo predominavam mensagens de boas-vindas e apelos por uma relação “estável” e de “benefício mútuo” entre as duas potências.

Trump terá uma intensa agenda concentrada em apenas dois dias, que incluirá reuniões bilaterais com Xi, um jantar de Estado e atividades protocolares em espaços emblemáticos do poder chinês, como o Grande Palácio do Povo e Zhongnanhai, sede da cúpula do Partido Comunista.

A visita ocorre nove anos depois da viagem anterior de Trump à China, em novembro de 2017, quando participou com Xi de atos na Cidade Proibida de Pequim. Ambas as partes buscam agora consolidar a trégua comercial alcançada após meses de guerra tarifária, embora persistam disputas sobre tecnologia, terras raras e acesso ao mercado chinês.

Antes de sua chegada a Pequim, delegações lideradas pelo secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, e pelo vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, realizaram nesta quarta, em Seul, consultas econômicas “construtivas” para avançar na resolução de suas tensões tarifárias, afirmou a agência de notícias chinesa Xinhua.

Trump também adiantou, antes de partir para Pequim, que abordará com Xi a situação de Taiwan – ilha autogovernada à qual Washington vende armamento e que Pequim não descarta invadir – e a guerra no Irã, enquanto Washington pressiona a China para que contribua para favorecer uma desescalada no Oriente Médio.

Horas antes da aterrisagem de Trump, o governo chinês instou os EUA a “manejarem com prudência” a questão de Taiwan e a interromperem o envio de armamento à ilha. Por sua vez, o líder republicano disse que pedirá à China para “abrir” o país às empresas americanas.

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Tupã Conecta

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